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Apresentação: Não Confie nas Máquinas!


Recomendo fortemente que se dispa dos preconceitos e seja mais humano, muitas pessoas se tornam máquinas nesta nossa sociedade babilônica, por isso:
- Não confie nas máquinas!

Vamos a uma breve sinopse para ter uma ideia do que há de vir, mas antes preciso te falar o que está por trás deste livro.

Um dia eu larguei tudo, levei na mochila o que eu tinha juntado por coincidência, e, sem destino conhecido, me entreguei ao caminho da vida e vi que existe uma vida lá fora que poucos aceitarão, apesar de reconhecer que é familiar. Mas como um parente chato que é desprezado, esta verdade é condenada e apedrejada por mais que seja inocente.

O que vou te apresentar nessa história que criei foi baseado nas coisas que vi e vivi, e é bom saber que o processo de escrita deste livro tem sim a ver com os sentimentos que tenho durante minha vida. Não sou um escritor frio e metódico que separa sua vida das palavras que escreve. Tenho que entrar em um estado quase que meditativo para que meus dedos teclem as palavras que irão traduzir esta obra literária.

Comecei-o há dois anos atrás, e confesso que não fui um escritor muito disciplinado, e o livro está longe de estar acabado. Talvez eu tenha escrito apenas um décimo da história toda.

A ideia de escrevê-lo me veio no final de 2017 (o ano que vivi em uma cabana no alto de uma colina no vilarejo da Vereda, 30km da cidade de Alto Paraíso de Goiás na chapada dos Veadeiros) quando meu HD externo caiu no chão e perdi todo meu diário feito em vídeo durante este ano. Fiquei surpreso e indignado porque concluí que muito da minha vida estar ali naquele momento foi devido a "mecanização" que nos ilude a vivermos como robôs e a confiar nos sistemas que elas criam. E aí eu percebi que tanto eu quanto muitos vivem como máquinas integradas à "Babilônia". Mas vale a pena reforçar que não se trata de uma obra auto-biográfica, pois os personagens da história não têm relação nenhuma com pessoas reais, e eu mesmo não faço parte do enredo.

Existe uma vida lá fora que me faz ser tido como louco na vida que levo, como o esquisito, e muitas vezes como o chato. Mas eu parei de me importar com o que os outros falam a meu respeito, pois controlar o que pensam é como querer controlar o vento. Apesar de que o marketing faz isso há muitos anos em nosso planeta, e o controle das massas nunca foi tão real e presente como hoje em dia.

Vale a pena lembrar que conforme são os valores e dores da nossa sociedade, isso fará com que goste ou não da história, reflexo da sua vida e do que você é influenciado a pensar. Quantas vezes não fui deixado de lado por dizer a verdade de modo claro e espontâneo... Mas apesar de eu ter me dado mal muitas vezes, percebi que não tenho que mudar eu mesmo, e sim o modo de apresentar estas verdades, pois os gurus fazem isso há tantos milhares de anos e têm sucesso... tenho muito o que aprender...

Minha habilidade como escritor está sendo aperfeiçoada, e sempre em evolução, mas erros acontecem porque estou escrevendo de forma espontânea, sem muito planejamento. Inclusive decidi começar a publicar o livro sem mesmo ter avançado muito em sua escrita para que ele seja fruto de uma criação coletiva, e você que está lendo está convidado a colaborar com os rumos dessa história. Acredito que todo artista é um representante de uma época, uma sociedade e um povo, e desta forma me coloco como focalizador desta proposta literária, mas convoco você a colaborar fazendo comentários com sua opinião e assim ajudar a conduzir a história a lugares nunca antes imaginados. E quem colaborar, deixando suas opiniões e nomes nos comentários dos capítulos entrará nos agradecimentos quando o livro for publicado.

Vou contar até onde cheguei na história brevemente:

Trata-se da história de um rapaz problemático que é tido como guru em uma sociedade que tenta se livrar dos seus doentes, mas talvez a própria doença seja uma cura.

Este é David: cansado de ser tratado como mendigo nas cidades, acaba procurando seu lugar no mundo e o encontra na beira de um riacho que fica perto de uma sociedade alternativa. Lá ele vai encontrar muitos turistas e buscadores perdidos.

Yan é um desses buscadores, abandonou sua vida capitalista de empresário para encontrar seu eu superior, porém, seu desafio está no dinheiro, e ele encontra um bilhete da loteria premiado andando nas ruas...

Agora dois mendigos vão conhecer o mundo, e colocar a prova os conceitos sociais vigentes. Quem antes estava subjugado às margens da sociedade, agora está empoderado com as cartas do jogo: o dinheiro.

Nesta viagem pelo mundo eles convidam muitos amigos a irem com eles... você gostaria de ir junto conosco?

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